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TJMG divulga dados sobre adoção em Minas Gerais
TJMG divulga dados sobre adoção em Minas Gerais

Dados da Coordenadoria da Infância e da Juventude (Coinj) do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) indicam que há hoje, em todo o Estado, 587 crianças e adolescentes aptos à adoção – 71 delas em Belo Horizonte –, o que significa dizer que estão em abrigos, aguardando uma família que queira acolhê-los como filhos.

Por trás da estatística, estão situações dramáticas: crianças e adolescentes que sonham ser adotadas, para deixar para trás a vida institucionalizada – com horário para tudo, dentro dos muros de uma instituição, e sem o afeto de uma família.

Na outra ponta, encontram-se, neste momento, 4.670 pretendentes na fila para adotar – 194 na capital. A disparidade dos números se explica pelo perfil de busca de meninos e meninas.

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O Portal da Adoção, como o próprio nome diz, traz diversas informações sobre o tema: Varas da Infância de todos os estados, grupos de apoio, perguntas, artigos, livros, filmes, vídeos. Neste domingo (20/11), a matéria de capa foi a recomendação do livro “O menino que morava na nuvem”.

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O menino vai à escola Freinet
O menino vai à escola Freinet

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“O menino que morava na nuvem” visitou, nesta quinta-feira (10/11), a  Escola Pés no Chão, a única em Minas Gerais que adota a pedagogia Freinet, a convite da diretora, Nelma Silveira, e da coordenadora pedagógica, Cristina Gouveia. Por essa metodologia, o aprendizado se dá pelo contato com o mundo de forma livre, afetiva, criativa e cooperada. O cotidiano é pautado pelo respeito às necessidades e individualidades e as atividades têm como ponto de partida o trabalho como princípio educativo.

E foi nesse ambiente que tive o prazer de ler o livro para cerca de 50 crianças, distribuídas em cinco turmas, de bebês a crianças até 11 anos. Atentas, curiosas e divertidas, como sempre, foi um grande aprendizado. As perguntas e constatações desses pequeninos me ajudam a exercitar a reflexão.

Nicolas e Rebeca são adotados.O menino ainda não entende o que é adoção, mas, embora bem novo, sabe que o amor o salvou. De forma inconsciente, ele retribui enchendo de vida todos que o cercam. Já a garota tem a própria história na ponta da língua, sempre compartilhada com os colegas, que logo informam que ela é adotada. Tudo natural, simples e verdadeiro. Como as relações devem ser.

“Se não tem condições de criar um bebê, por que teve?”, questiona uma menina de 6 anos. “Tem mulher que não quer o bebê e abandona no orfanato”, comenta outra pequena. “Meu pai é adotado”, informa um menino, orgulhoso. “Eu acho que a adoção é um gesto muito bonito”, diz outra. “Eu gosto de ser adotada. Sei que tenho uma irmã biológica, mas nunca a vi”. “Quando você contou para seu filho que ele é adotado, ele ficou triste?”. “Onde você achou o seu filho?”.

Sim, há muito o que trabalhar, conscientizar, orientar, mas o caminho para isso está aberto, e, embora, muitas vezes, acredita-se que seja árduo, o contato com as crianças tem me revelado que é simples, basta ouvi-las, compreender as dúvidas delas e esclarecer tudo com verdade e, principalmente, amor.