Categoria: eventos

Adoção será discutida na Bienal de Contagem
Adoção será discutida na Bienal de Contagem

O assunto adoção será debatido durante a II Bienal do Livro de Contagem.  Eu participarei de uma roda de conversa com as autoras de livros infantis Carmem Lúcia Eiterer e Denise Martins, no domingo (24/9), às 15h, no estande A 4.6, do Grupo de Apoio à Adoção de Belo Horizonte (GAABH).  Será uma oportunidade para discutirmos esse tema tão delicado e sobre a maneira de revelar a verdade à criança, sobre como ela chegou à família por meio desse ato de amor, para que ela cresça segura e confiante.

Estarei autografando o livro “O menino que morava na nuvem”, lançado em julho de 2016. Ele é baseado na historinha que eu contava ao meu filho Marcelo, aos 2 anos de idade. A reação dele foi tão bela e surpreendente, se reconhecendo no personagem, que resolvi publicar o livro. Considero que essa publicação seja um apoio às outras famílias a também contarem para seus filhos como é nascer do coração.

Também será uma maneira de eu poder compartilhar a minha experiência. Então, venha, participe, vamos trocar ideias!

Serviço:

II Bienal do Livro de Contagem

Data: 23 (sábado) e 24 (domingo) de setembro

Horário: das 9h às 20h

Local: Centro de Memória do Trabalhador (Avenida Marechal Castelo Branco, 567 – Contagem).

https://www.facebook.com/bienaldolivrodecontagem/

https://www.facebook.com/gaabh.org.br/

Bate papo sobre adoção com alunos do Colégio Neusa Rocha
Bate papo sobre adoção com alunos do Colégio Neusa Rocha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poder contribuir um pouquinho com a formação das crianças tem sido um grande prazer que o livro “O menino que morava na nuvem” tem me proporcionado. Nos dias 8 e 9 de maio, participei de um encontro com alunos de 7 anos de idade do Colégio Neusa Rocha, na Pampulha, em Belo Horizonte.  Ao conversarmos sobre a elaboração do livro, sobre adoção e sobre amor, o bate papo com os pequenos me mostrou a necessidade de o tema adoção ser constantemente levado às escolas.

Em meio a elogios, perguntas desconcertantes, colocações curiosas, o encontro, por vezes, se revelou uma verdadeira terapia: por que você quis ter um filho? Você vai adotar outra criança? Por que não adota uma menina? Hoje você tem tempo para cuidar do seu filho?

Mas um comentário de uma menina realmente me emocionou: “muitas vezes, quando o papai e a mamãe não amam uma criança, eles dão ela para adoção”… Nó na garganta. Lágrimas insistiam em rolar, voz embargada. Respirei fundo e busquei ser o mais amável possível, já que, na turma, havia duas crianças adotadas… Como será que esses dois pequenos recebem um comentário desses?

– “É justamente o contrário”, comentei. Porque o papai e a mamãe amam tanto aquela criança e querem o melhor pra ela é que entregam para adoção. Por não terem condições de criá-la, por não terem condições de dar comida, roupa, escola, enfim, por vários motivos, é que a adoção acaba sendo o caminho escolhido. E a adoção, com certeza, é uma escolha de amor.

Espero, com o bate-papo, ter transmitido valores, como respeito, amor e gratidão. Para encerrar com chave de ouro, um garotinho levanta o braço e confessa que “chorou muito no final do livro”. “Eu gostei tanto, mais tanto do seu livro, que no final até chorei”….

Ahhh quanta lindeza em uma declaração!

– Sinal de que você entendeu perfeitamente o sentido do livro -, digo pra ele, com a sensação de que a semente tem sido germinada e aflorado em “gigantescos coraçõezinhos”…

Que venham mais encontros frutíferos como esse!

   

O menino vai à escola Freinet
O menino vai à escola Freinet

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“O menino que morava na nuvem” visitou, nesta quinta-feira (10/11), a  Escola Pés no Chão, a única em Minas Gerais que adota a pedagogia Freinet, a convite da diretora, Nelma Silveira, e da coordenadora pedagógica, Cristina Gouveia. Por essa metodologia, o aprendizado se dá pelo contato com o mundo de forma livre, afetiva, criativa e cooperada. O cotidiano é pautado pelo respeito às necessidades e individualidades e as atividades têm como ponto de partida o trabalho como princípio educativo.

E foi nesse ambiente que tive o prazer de ler o livro para cerca de 50 crianças, distribuídas em cinco turmas, de bebês a crianças até 11 anos. Atentas, curiosas e divertidas, como sempre, foi um grande aprendizado. As perguntas e constatações desses pequeninos me ajudam a exercitar a reflexão.

Nicolas e Rebeca são adotados.O menino ainda não entende o que é adoção, mas, embora bem novo, sabe que o amor o salvou. De forma inconsciente, ele retribui enchendo de vida todos que o cercam. Já a garota tem a própria história na ponta da língua, sempre compartilhada com os colegas, que logo informam que ela é adotada. Tudo natural, simples e verdadeiro. Como as relações devem ser.

“Se não tem condições de criar um bebê, por que teve?”, questiona uma menina de 6 anos. “Tem mulher que não quer o bebê e abandona no orfanato”, comenta outra pequena. “Meu pai é adotado”, informa um menino, orgulhoso. “Eu acho que a adoção é um gesto muito bonito”, diz outra. “Eu gosto de ser adotada. Sei que tenho uma irmã biológica, mas nunca a vi”. “Quando você contou para seu filho que ele é adotado, ele ficou triste?”. “Onde você achou o seu filho?”.

Sim, há muito o que trabalhar, conscientizar, orientar, mas o caminho para isso está aberto, e, embora, muitas vezes, acredita-se que seja árduo, o contato com as crianças tem me revelado que é simples, basta ouvi-las, compreender as dúvidas delas e esclarecer tudo com verdade e, principalmente, amor.

O menino que morava na nuvem chega ao Colégio Magnum
O menino que morava na nuvem chega ao Colégio Magnum
Mais um dia de gratidão. Esta terça-feira (21/9), participei do Festival Literário Magnum (Flim), do Colégio Magnum, Unidade Cidade Nova, em Belo Horizonte (MG), lendo “O menino que morava na nuvem” para aproximadamente 200 crianças, entre 3 e 6 anos. Foram três seções de leitura. Curiosas, interessadas, com histórias e exemplos para contar, elas me divertiram e me surpreenderam com perguntas e comentários.
“Por que o menino morava na nuvem?”. “Tem mulher que não gosta de ficar com neném”. “Eu já vi um filme que tinha uma criança que morava no orfanato”. “Quando elas não têm pais, elas moram no orfanato?”. “Quando os pais morrem, elas ficam com quem?”. “Eu tenho um irmão, mas ele foi andar de moto, sofreu um acidente e hoje ele mora no céu”. “Eu já pedi à minha mãe um irmãozinho, mas ela ainda não tem namorado”. “Como que o boneco de massinha entrou no livro?”. “Eu gostei muito da sua história”. “Você é muito bonita!”

Crianças, realmente, são muito especiais. E elas merecem, sempre, a verdade, para crescerem seguras, amorosas e confiantes.

O meu agradecimento especial à Joísa Abreu, gestora educacional da Educação Infantil e Fundamental Anos Iniciais, e à Rosália Lopes, coordenadora do Maternal ao 2º período da Educação Infantil do Colégio Magnum, pela oportunidade e pelo carinho.
Compartilhando e recebendo amor
Compartilhando e recebendo amor

Esse sábado (17/9) foi dia de compartilhar minha história de adoção com dezenas de integrantes do Grupo de Apoio à Adoção de Belo Horizonte, o GAABH. A convite da querida Vanici Veronesi, uma das coordenadoras do grupo, participei, pela primeira vez, da reunião mensal, onde pude contar, também, sobre como surgiu a ideia do livro “O menino que morava na nuvem”.

Mas, mais do que contar minha experiência, fui presenteada com histórias lindas de amor incondicional, de fé, de esperança e de gratidão. Conheci uma família que adotou três irmãos e viu a vida se transformar de boa para maravilhosa. Emocionei-me com o relato de uma das filhas ao falar sobre o carinho e o amor dos pais adotivos. Ouvi atentamente o relato de uma moça que, já “desesperada” para se tornar mãe, cobrava agilidade no processo. Um mês depois, recebeu uma ligação para conhecer sua pequena, de 2 anos e meio. Um casal que possui filho biológico optou pela adoção tardia. O filho, ao conhecer a menina, dizia “irmã, eu esperei tanto por você”.

Pude semear esperança no coração de um casal e de uma moça que me revelaram que ainda aguardam uma criança. Conheci crianças adoráveis, doces e felizes. Pude aprender mais sobre adoção, do ponto de vista legal. Reforcei a certeza de que cada um tem sua própria história, seus anseios, sua forma de lidar com a espera. Enfim, foi um momento marcante. Mais uma vez, a vida me surpreendendo e me encantando com a riqueza da diversidade.

Confira alguns momentos pelas lentes de Riva Moreira.

Autora de livro infantil é convidada do Gaabh

 

É com muito prazer que informo que, neste sábado, dia 17/9, vou participar, como convidada, da reunião do Grupo de Apoio à Adoção de Belo Horizonte (Gaabh).  O encontro acontece das 15h às 18h, no Cefet-MG, campus I, sala 325, na Avenida Amazonas, 5.253, no bairro Nova Suíça, em Belo Horizonte.

Será um descontraído bate-papo sobre a minha experiência de adoção e sobre o meu livro infantil “O menino que morava na nuvem”.

Todos são muito bem-vindos: pais, pretendentes à adoção, admiradores do tema e da causa.  Haverá oficina de brincadeira para as crianças e um delicioso lanche para encerrar o encontro. Esta também é uma oportunidade para adquirir o livro autografado a R$ 30.

LuGaabh

 

Pequenos leitores
Pequenos leitores

É uma grande satisfação observar as crianças curiosas para lerem o livro “O menino que morava na nuvem” e entenderem o motivo pelo qual ele morava lá. Enchem os pais de perguntas, querem saber quem é o menino: “É filho da sua amiga?”, pedem para repetir a  história, se encantam pelas ilustrações em massinha… Enfim, gratidão enorme em receber o retorno de quem leu e está ensinando os filhos a crescerem sabendo que a base de qualquer relação é o amor.

Confira algumas fotos e um vídeo enviados pelas famílias.

  • Participe você também da seção “Pequenos leitores” e envie para o email: luciananevesmoreira@gmail.com, a foto ou vídeo de seu filho (a) ou sobrinho (a), para ser  publicada no site. Informe nome, idade e cidade da criança.

 

Gabriela, 4 anos, de Belo Horizonte (MG), filha do meu amigo Vanderson Silva, gostou tanto de “O menino que morava na nuvem” que, quando o papai chega do trabalho, sempre pede para ele ler o livro para ela.

Gabi

Bruna, 5 anos, filha da minha amiga Vanessa Jacinto, de Belo Horizonte (MG). Agora que  aprendeu a ler, não larga o livro favorito.

Bruna

 

Leonardo, 5 anos, e Vitória, 7 anos, filhos da minha amiga Verônica Lima, de Belo Horizonte (MG), adoram ler o livro juntinhos. A mamãe conta que eles adoram falar com os colegas que conhecem o menino do livro.

Leo e Vitória

 

Marina, 3 anos e 7 meses, filha dos meus amigos Alex e Emília, de Belo Horizonte (MG), gostou tanto da história que a conta para a cadela Belinha.

 

Diogo, 3 anos e 10 meses, filho da minha amiga Fernanda Vieira, de Oliveira (MG), logo que a mãe voltou de BH, correu para saber se o Marcelo tinha mandado o livro pra ele.

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Miriam, 3 anos e 10 meses, filha da minha amiga Maricélia Pinheiro, de Porto Alegre (RS), não dispensa a leitura do livro toda noite, antes de dormir.

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Encontros e histórias
Encontros e histórias

 

O Armazém Dona Lucinha, no bairro São Pedro, em Belo Horizonte, foi o local escolhido para o segundo lançamento do livro “O menino que morava na nuvem”. Lugar aconchegante, onde a saborosa comida mineira e o chopp gelado combinaram muito bem com o dedo de prosa com os amigos. O astral elevado mais uma vez se fez presente.

Agradeço a atenciosa e encantadora Marcinha Nunes, filha de Dona Lucinha, que nos recebeu tão bem. Quis saber sobre o livro, sobre como o Marcelo chegou até nós e sobre mim. Gosto de gente que se interessa verdadeiramente pelo outro. Acho que o mundo está precisando muito de pessoas assim. Marcinha me lembrou que sua mãe, mesmo com 11 filhos, adotou duas crianças – Maria e Geraldo. Lançar um livro na “casa” de uma mulher de coração gigante, onde acolher os outros faz parte de sua natureza, teve uma energia especial.

Confira alguns momentos pela lente de Riva Moreira.

 

Sucesso e alto astral no lançamento do livro
Sucesso e alto astral no lançamento do livro

Foi lindo e mágico o lançamento do meu livro “O menino que morava na nuvem”, neste sábado (16/7) de céu azul, de avenidas coloridas por ipês rosa e de astral maravilhoso. Muita gente querida esteve presente. A alegria e a pureza das crianças deixaram a Asa de Papel Café e Arte ainda mais especial. O meu mais profundo agradecimento à minha família, aos meus amigos e aos meus colegas, que contribuíram para tornar esse momento inesquecível.

Em especial, agradeço ao Álvaro Gentil, da editora Ramalhete, pelo apoio e incentivo; ao Flávio de Souza, pela dedicação e minúcia ao modelar as personagens em massinha para ilustrar o livro; ao Riva Moreira, por fotografar cada cena da publicação; e à Cibele Ramos, da Medida do Encantamento, pela consultoria de imagem.

Confira os momentos, pela lente de Riva Moreira.

Lançamento do livro
Lançamento do livro

Lançamento: O livro O menino que morava na nuvem será lançado no dia 16/7/2016 (sábado), na Asa de Papel Café e Arte. O espaço fica na Rua Piauí, 631, no bairro Santa Efigênia, no quarteirão fechado entre Avenida Brasil e Rua Francisco Sales. Espero você lá da 10h às 13h.